sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Sustentabilidade: A ficha verde de Las Veagas

Las Vegas é conhecida como a cidade do pecado, por causa da existência de um grande número de cassinos, boates de strip tease e outras opções de diversões adultas. Agora, a cidade também poderá se destacar por seu grau de sustentabilidade. Graças ao edifício Marrow Royal Pavillon (foto), o maior do mundo construído com concreto ecológico. Sua estrutura é feita de blocos de greenstone, um composto de vidro reciclado e cinzas provenientes de motores usados em usinas termelétricas movidas a carvão.

Como se poderia esperar, tratando-se de Las Vegas, não faltou matéria-prima. Para erguer a edificação foram usadas 500 mil garrafas, recolhidas em bares e hotéis da região.











Fonte: Revista Istoé - Dinheiro, edição 774 - página 24.


quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Supermercados só distribuirão sacolas gratuitas até 15 de setembro

Os supermercados vão distribuir as sacolinhas plásticas gratuitas somente até o dia 15 de setembro. Após essa data, não são mais obrigados a fornecer as embalagens.

Também terão de fornecer uma alternativa de sacola reutilizável, que permita o transporte das compras, pelo preço de R$ 0,59 por sacola, até o dia 15 de abril de 2013.

A decisão foi dada nesta quarta-feira pelo desembargador Torres de Carvalho, da Câmara Resevada ao Meio Ambiente do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, ao analisar recurso do grupo WalMart.

A SOS Consumidores irá recorrer (leia mais abaixo).

A rede varejista recorreu na última quinta-feira contra a determinação da juíza Cynthia Torres Cristófaro, da 1ª Vara Cível do Fórum João Mendes, que no dia 25 de junho decidiu que os supermercados voltassem a distribuir gratuitamente sacolas plástico na boca do caixa.

Na ocasião, a juíza deu prazo de 48 horas para cumprir a medida, e determinou que em 30 dias as redes fornecessem “gratuitamente e em quantidade suficiente” embalagens de material biodegradável ou de papel.

 A juíza tomou a decisão após a SOS Consumidores, órgão de defesa do consumidor, ingressar com uma a ação civil pública para pedir a distribuição das sacolinhas.

No começo de agosto, a Justiça também atendeu outro pedido da SOS Consumidores e estabeleceu que as redes que não fornecessem gratuitamente embalagens de papel ou material biodegradável a seus clientes estariam sujeitas a multas diárias de R$ 20 mil por ponto de venda, até o limite de R$ 2 milhões.

“Agora, o desembargador Torres de Carvalho tomou uma decisão que visa a preservação do meio ambiente e atende os interesses do consumidor consciente”, diz o advogado Alfredo Zucca, especialista do Direito do Consumidor do escritório Aidar SBZ Advogados.

Em sua decisão, o desembargador afirma que “inexiste lei a compelir as rés ao fornecimento das sacolas plásticas ou das sacolas biodegradáveis; a suspensão do fornecimento se insere em um contexto mais amplo de proteção ao meio ambiente, obrigação também dos fornecedores; e que o fornecimento gratuito faz com que os consumidores que trazem suas sacolas paguem pelas sacolas dos demais, sendo assim prejudicados e não beneficiados pela decisão agravada”.

“O custo das sacolas, por sua vez, não implica no ônus excessivo entrevisto na decisão”, continua o juiz.

Ainda segundo o juiz, o tumulto criado justifica a “disciplina da questão”, adotado o termo de ajuste firmado pelo Ministério Público.

Recurso - A SOS Consumidores já infomou que irá recorrer da decisão.

“A decisão faz cair por terra o princípio da segurança jurídica. O tumulto na cabeça do consumidor começa agora. Eles ficam confusos com decisões de ter ou não ter sacolas”, afirmou à Folha a presidente do órgão, Marli Sampaio.

“O desemmbargador fala que não existe lei que obrigue os supermercados a fornecerem sacolas gratuitamente. Mas o que ele se esquece é que não foi considerado, em sua decisão, que o preço das sacolas está diluído no preço das mercadorias”, disse.

“Se vão parar de vender, têm de parar de cobrar. E, retomar a cobrança de R$ 0,59 por sacolas [reutilizáveis] é cobrança em duplicidade, o que é proibido pelo Código de Defesa do Consumidor”, afirmou.

(Fonte: Claudia Rolli/ Folha.com)

Pesquisa: Ambiente Brasil



sexta-feira, 16 de setembro de 2011

"Diga não a aprovação do novo Código Florestal brasileiro!"

Imagine se este Código Florestal Brasileiro, adulterado e por iniciativa do deputado Aldo Rebelo do Pc do B, da ruralista Kátia Abreu e sua tropa, forem definitivamente aprovados. Será o suicídio em massa das nossas florestas. As Áreas de Proteção Ambiental Permanentes, Ecossistemas, Biomas, flora e fauna em extinção. O Pantanal Matogrossense e a Floresta Amazônica, que, já estão severamente castigados pelas mãos dos Homens. Restam somente 20% do Cerrado, único no Planeta; Caatinga; O que sobrou, 7% da exuberante Mata Atlântica; Matas ciliares; Assoreamento dos nossos rios; Mangues; Restingas; Recifes de corais; Um imenso litoral; Ilhas marinhas e fluviais. Será o maior e verdadeiro caos, nada mais sobrará do nosso maior, mais rico e valioso patrimônio, que é a natureza, tal patrimônio esse que talvez os nossos filhos, netos ou futuras gerações jamais conhecerão.

Diga não a esta aprovação deste Código Florestal Brasileiro que foi aprovado na Câmara dos Deputados, para a alegria dos ruralistas, grandes e pequenas propriedades, madeireiras, carvoarias e tantos interesses escusos, que agora vai pra o Senado para ser aprovado. Crimes ambientais sem qualquer tipo de condenação. Um absurdo para a sociedade e o bem estar do nosso país.

O suicídio das nossas reservas florestais. O meio ambiente corre sério risco de destruição de vários ecossistemas e biomas. O desequilíbrio ecológico é iminente. Dizer não a aprovação deste Código Florestal Brasileiro, adulterado, é darmos provas que amamos a natureza e o nosso Brasil.

VAMOS AGIR AGORA!!! POIS O MEIO AMBIENTE PEDE SOCORRO A NÓS QUE PODEMOS FAZER A DIFERENÇA, DIGA NÃO A APROVAÇÃO DO NOVO CÓDIGO FLORESTAL BRASILEIRO.

domingo, 6 de março de 2011

Novo estudo alerta para possibilidade de uma extinção em massa

A raça humana pode ter provocado a sexta onda de extinções em massa na Terra, de acordo com um estudo divulgado nesta quarta-feira (2) pela revista “Nature”.

Ao longo dos últimos 540 milhões de anos, cinco extinções em massa de espécies foram causadas por fenômenos naturais.

As novas ameaças, entretanto, são fruto da ação humana: a redução dos habitats, a caça e pesca excessivas, a disseminação de germes e vírus, a introdução de espécies e as mudanças climáticas provocadas pela emissão de gases causadores do efeito estufa.

Evidências coletadas em fósseis sugerem que, nas cinco grandes extinções anteriores, 75% de todas as espécies animais simplesmente desapareceram.

Paleobiólogos da Universidade da Califórnia em Berkeley, nos EUA, estudaram a situação da biodiversidade nos dias de hoje, utilizando como parâmetro as espécies de mamíferos.

Até a grande expansão da humanidade, há cerca de 500 anos, a extinção de mamíferos era muito rara: em média, apenas duas espécies pereciam a cada milhão de anos.Nos últimos cinco séculos, no entanto, pelo menos 80 das 5.570 espécies conhecidas de mamíferos foram extintas, um claro sinal de alarme para os riscos à biodiversidade.

(Fonte: G1)