quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Saquinho de jornal

Onde você põe o seu lixo?


A grande justificativa das pessoas que dizem que "precisam" de sacolinhas plásticas é a embalagem do lixo. Tudo bem, não dá mesmo pra não colocar lixo em saco plástico, mas *“Sacos de lixo Biodegradáveis”* que são feitos com materiais orgânicos e de fibras vegetais levam bem menos tempo para se degradarem no solo assim causando menos impacto na Natureza.

Além disso será que não dá pra diminuir a quantidade de plástico no lixo?

Melhor do que encher diversos saquinhos plásticos ao longo de uma semana é usar um único saco plástico dentro de uma lixeira grande na área de serviço, por exemplo, e ir enchendo-o por alguns dias com os pequenos lixinhos da casa (da pia, do banheiro, do escritório). Se o lixo é limpo, como de escritório (papel de fax, pedaços de durex, etc.), pode ir direto para a lixeira sem proteção. No caso dos lixinhos da pia e do banheiro o melhor substituto da sacolinha é o saquinho de jornal. Ele mantém a lixeira limpa, facilita na hora de retirar o lixo e é facílimo de fazer. Leva 20 segundos. A idéia veio do origami, que ensina essa dobradura como um copo..
Em tamanho aumentado, feito de folhas de jornal, o copo cabe perfeitamente na maioria dos lixinhos de pia e banheiro que existem por aí. Veja:



Você pode usar uma, duas ou até três folhas de jornal juntas, para que o saquinho fique mais resistente. Tudo no origami começa com um quadrado, então faça uma dobra para marcar, no sentido vertical, a metade da página da direita e dobre a beirada dessa página para dentro até a marca. Você terá dobrado uma aba equivalente a um quarto da página da direita, e assim terá um quadrado.

Dobre a ponta inferior direita sobre a ponta superior esquerda, formando um triângulo, e mantenha sua base para baixo.



Dobre a ponta inferior direita do triângulo até a lateral esquerda.


Vire a dobradura "de barriga para baixo", escondendo a aba que você acabou de dobrar.


Novamente dobre a ponta da direita até a lateral esquerda, e você terá a seguinte figura:


Para fazer a boca do saquinho, pegue uma parte da ponta de cima do jornal e enfie para dentro da aba que você dobrou por último, fazendo-a desaparecer lá dentro.


Sobrará a ponta de cima que deve ser enfiada dentro da aba do outro lado, então vire a dobradura para o outro lado e repita a operação.


Se tudo deu certo, essa é a cara final da dobradura:


Abrindo a parte de cima, eis o saquinho!


É só encaixar dentro do seu cestinho e parar pra sempre de jogar mais plástico no lixo!



Que tal?



Pode parecer complicado vendo as fotos e lendo as instruções, mas faça uma vez seguindo o passo a passo e você vai ver que depois de fazer um ou dois você pega o jeito e a coisa fica muito muito simples. Daí é só deixar vários preparados depois de ler o jornal de domingo!

Post sugerido pela profª Márcia Marino

Fonte: http://www.deverdecasa.com/2009/12/saquinho-de-jornal.html

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

CURSO ON-LINE

A Fundação Demócrito Rocha lançou, no dia 03 de setembro, o primeiro fascículo do curso "Mudanças climáticas e Desenvolvimento sustentável". O curso usará a metodologia de Ensino à distância, com o lançamento de fascículos semanais no jornal OPovo. Para realizar a sua inscrição e mais informações, acesse: http://www.fdr.com.br/mudancasclimaticas/index.php

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Temperaturas mais altas na China podem reduzir colheitas

Baseados na previsão de aumento das temperaturas devido ao aquecimento global, cientistas chineses afirmaram que a quantidade de água disponível para a agricultura irá diminuir, reduzindo a produtividade das colheitas nos próximos anos.

Em trabalho publicado na revista “Nature”, os cientistas afirmaram que a temperatura na China já aumentou 1,2 graus Celsius desde a década de 1960 e deve se elevar mais – entre um e cinco graus Celsius – até 2100.

“Esse aquecimento tão intenso no verão irá inevitavelmente aumentar a evapotranspiração, aumentando o risco de escassez de água para a agricultura”, escreveram os pesquisadores, liderados por Shilong Piao, do Centro de Pesquisa Climática da Universidade de Pequim.

“As mudanças no clima podem provocar uma redução líquida de 13% em 2050″, afirmaram.
A China tem apenas 7% das terras agricultáveis do planeta, mas precisa alimentar 22% da população mundial. Embora em termos absolutos o país tenha reservas de água imensas, a relação por habitante corresponde somente a 25% da média mundial.

De acordo com a pesquisa, o clima já se tornou mais seco no norte da China, que detém 18% das reservas totais de água e 65% de todas as terras agricultáveis

Por outro lado, no sul do país, chuvas torrenciais e enchentes se tornaram mais frequentes.

Além da redução do abastecimento de água, que já é escasso, as temperaturas elevadas também causaram disseminação de pragas, disseram os pesquisadores.

“No país, uma redução de 4,5% na safra de trigo é atribuída ao aumento de temperatura no período entre 1979 e 2000″, afirmaram.

O ministro da Agricultura da China disse, em julho, que o país enfrentava a formidável tarefa de atender à demanda por grãos como arroz, trigo e milho nos próximos dez anos.

No ano passado, a China teve uma colheita recorde de 530,8 milhões de toneladas de grãos. Ainda assim, precisará elevar seu fornecimento anual para, ao menos, 4 milhões de toneladas na próxima década para conseguir alimentar uma população esperada de 1,39 bilhões em 2015. (Fonte: Folha.com)

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Pesquisadores mineiros desenvolvem veículo aquático para manutenção em hidrelétricas

Por Danielle Jordan / Ambientebrasil
Pesquisadores do Centro de Pesquisas Hidráulicas e Recursos Hídricos, CPH, da Universidade Federal de Minas Gerais, UFMG, estão desenvolvendo um veículo submersível para inspeção e manutenção de estruturas que se encontram debaixo d’água.

A propostas surgiu da demanda devido ao crescente número de usinas hidrelétricas no país. Hoje mais de 800 estão em operação, respondendo por 67% da produção nacional de energia. “A ideia é criar uma espécie de robô capaz de fazer a manutenção das usinas sem interromper o seu funcionamento, economizando tempo e dinheiro”, explicou o coordenador do projeto, Paulo Henrique Vieira Magalhães.

Recentemente foi testado o primeiro protótipo avançado da pesquisa. Os resultados foram satisfatório. O veículo foi projetado para ser operado a distância, atingindo uma profundidade de até 100 metros, com transmissões de imagens a partir de um sistema de câmeras.
“O veículo conta ainda com um computador embarcado que recebe os sinais da câmera, dos sensores de ‘posicionamento’ e de outros sensores para fazer o balanceamento do sistema e proporcionar estabilidade por meio dos sistemas de atuação (propulsores e flutuação)”, afirmou o pesquisador.

As informações ficam disponíveis em painéis instalados em uma sala de controle, onde é possível operar o veículo.

Agora, a equipe prepara um novo veículo, mais aprimorado, capaz de fazer mais do que a simples visualização. “Ele deve vir equipado com braços manipuladores utilizados para realizar manutenção em estruturas submersas”, explicou Magalhães.

*Com informações da UFMG.
Fonte de Pesquisa: Portal do Meio Ambiente.